Aquilo que se apresentou como bastante simples, no começo das Constelações Familiares, agora, se estende por si mesmo para uma dimensão que nos desafia de um modo que não podíamos prever no começo.
É a dimensão espiritual, que de repente, se impõe com tal força que empurra para trás e até ultrapassa as primeiras constelações familiares. Isso causa ansiedade para alguns. Eles adorariam continuar como era o começo das constelações familiares, e até neutralizar essa nova dimensão combinando as constelações familiares com outros métodos, e, parcialmente, submetendo as constelações a esses outros métodos. O primeiro choque para muitos numa constelação familiar espiritual é que não havia necessidade de uma constelação comum, e até poderia ser que essa constelação comum, às vezes ficasse no caminho de se alcançar uma solução mais profunda. Estou falando de constelações familiares onde um cliente escolhe os representantes da sua família, entre um grupo de pessoas, e então os posiciona uns em relação aos outros. Depois os representantes são questionados como se sentem em seus lugares.
As respostas deram indicações daquilo que necessita ser mudado na constelação, ou que necessita ser trazido para a constelação. A solução era encontrada quando todos os representantes se sentiam bem em seus lugares. Dessas constelações, grandes insights foram descobertos em relação às ordens do amor nos relacionamentos humanos. Esses insights foram uma descoberta.
Em muitos níveis eles abriram novas possibilidades de soluções e de ajuda que não eram acessados antes. Ainda assim, o insight decisivo, o essencial, o revolucionário não veio das constelações familiares. Mas apontava as constelações familiares para uma direção que continuou se desenvolvendo mais ainda, cujo fim não podemos prever.