Quando estive com Rupert Sheldrake na Inglaterra, setembro 2007, em sua própria residência, Londres, para almoçar com ele, eu sentia uma grande emoção. Inexplicável foi caminhar pelas ruas de Londres para chegar a sua casa. Como seria esse encontro? A casa era típica de um londrino: gatos, grandes sofás, livros por todo lado e plantas. Recebeu-me na porta, perguntou se cheguei bem de metrô e foi dizendo que não tinha carro porque assim contribuía com o planeta.